Estacionamento em cima da ciclovia - Campo Grande

Sunday, September 25, 2016

Há malta que até tenta ir à bola de bicicleta mas há poucos estacionamentos/parques seguros, e além disso as ciclovias estão bloqueadas pelos energúmenos que acham que o seu umbigo é mais importante...


U's invertidos em frente ao Museu da Cidade, quase cheio.
Costuma ter sempre polícia e/ou segurança do museu a dar "um olho".


Ciclovia perto do edifício da Nos e metro do Campo Grande.
Apetecia dar um pontapé lá nas das frente e vê-las cair tipo dominó, mas não se pode... só que apetecia.

Criem mais, e melhores, infraestruturas e elas virão! E já agora fiscalizem mais e melhor o estacionamento abusivo, seja em ciclovias seja nos passeios que isto quase que parece um país de terceiro mundo, quase...

Respeito mútuo e "posição primária" (circular ao centro)

Thursday, September 15, 2016

A propósito de uma troca de mails na lista da "bicicletada" em que o Pedro refere a experiência e percepção que tem do respeito na estrada por parte dos veículos motorizados que lhe parece que têm tido cada vez mais atenção para com os velocípedes, e diz:

«Isto só para lembrar aqueles que dizem que "os condutores não respeitam nada" que os que não respeitam são uma percentagem pequena... Mas basta um para fazer estrago...»

Querendo transmitir que sente que há mais condutores que respeitam do que os que não respeitam.

Já em tempos também troquei argumentos em que a minha percepção no meu percurso atual é que há muitos que me respeitam como veículo de pleno direito mas são ainda mais os que não respeitam.

E continuo a ter mais condutores que não respeitam que aqueles que respeitam, mas hoje admito que tive ali um bocadinho em que me surpreendeu a postura de alguns condutores que me fizeram sentir que as coisas podem mudar!



Mas como diz o Pedro:
«Mas basta um para fazer estrago...»

Elétricas estão de moda?

Monday, September 12, 2016

Hoje ao vir a caminho do trabalho na mega subida que faço estava uma equipa de jardineiros a tratar das palmeiras quando ficam todos a apreciar a Romana a galgar por ali acima ao ponto de um deles exclamar para os outros:
"Olha, isto é que é força..." - pensando que era tudo força de pernas aqui do menino.


Ao chegar aos novos parqueamentos lá no trabalho...


...reparei num post-it com algo escrito no local onde costumo deixar a minha Romana.

Era de um colega que o tinha deixado na sexta anterior mas que eu não tinha visto, e queria saber mais disto das bikes elétricas pois mora aqui perto mas as subidas desmotivam o vir de bicicleta "normal".


Já tivémos a trocar informação, pode ser que o estacionamento comece a ser parco para as bicicletas :)

Entretanto um dos mails que recebi de manhã cedo no mail pessoal, que consulto via telemóvel, era de uma pessoa a inquirir a lista de distribuição da "bicicletada" (Massa Crítica) sobre bicicletas elétricas...

Parece que isto dos velocípedes com assistência elétrica está de moda...

É o futuro!!

Somos poucos, mas somos bons!

Friday, September 9, 2016

Há coisa de um ano e picos fui com a família (a babe e a mini-me) jantar ali para os lados de Oeiras, e à volta para casa à pendura no carro vislumbrei um ciclista urbano já depois do lusco-fusco com uma ténue luz traseira na sua bicla e alertei para ela ter cuidado e dar espaço.
Naqueles dois segundos em que passámos pareceu-me reconhecer a face do cavalheiro que seguia em duas rodas e disse:
- Acho que era o RF. Não o conheço pessoalmente mas já vi fotos em sites, e fóruns e no facebook e acho que era ele.
- Yá, deve ser mesmo - respondeu a babe.
Passado uns tempos meti conversa com ele num dos muitos fóruns de bicicleta e ele confirmou que nesse dia tinha passado ali por aquela hora.
Quando disse à mais-que-tudo que era o tal moço naquele dia, respondeu-me:
- Bolas, vocês (os que se deslocam de bina) são tão poucos que se conseguem reconhecer facilmente.


(interior de uma loja lá em Tróia)

Há uns meses alterei o meu trajeto de commute diário pois mudei de local de trabalho, e ao passo que antes me cruzava amiúde com vários outros cavaleiros do pedal agora só me cruzo com um muito de vez em quando. A cara não me era estranha e apesar de nos cumprimentarmos sempre um ao outro não estava a situar a pessoa. Há dia no facebook ele meteu conversa comigo dizendo quem era e que antes nos cruzávamos na ciclovia da radial de Benfica, era o VR.
Ora lá está, a cara não me era estranha mas a bicicleta era outra e por isso não situei a pessoa.
Quando contei à minha cara-metade ela respondeu-me:
- Bolas, vocês (os que se deslocam de bina) são tão poucos que se conseguem reconhecer facilmente.

Este verão fomos passar uns dias a Tróia, adooorooo.
E lá há cada vez mais bicicletas pois é realmente um meio muito simples de usar ali naquela zona. Um dia resolvemos ir jantar à Comporta, de carro, já depois dos banhos tomados após horas de praia e piscina.
Já naquelas grandes retas de alcatrão com o estuário do Sado de um lado e a terceira maior extensão de praia do mundo do outro vejo no lusco-fusco um homem de cabelo rebelde, barba de dias e em tronco nu de bicicleta vagarosamente em sentido contrário.
Ao nos cruzarmos fixamos o olhar e naquelas não mais de 3 segundos pareceu-me reconhecer o rosto.
- Viste aquele tipo de bicicleta? - perguntei à babe que divaga a ver o horizonte.
- Qual deles? Vi imensas pessoas de bicicleta hoje.
- Este que passámos agora?
- Não, nem reparei.
- Acho que o conheço... quer dizer, não pessoalmente, mas de uns fóruns sobre bicicletas e tal na net, penso que seja o RI,
- Deve ser deve.
Assim que aparquei o carro mandei-lhe uma mensagem por facebook, pois pertence a alguns grupos que acompanho.
No dia seguinte respondeu-me que sim, que estava em Setúbal a pernoitar e que naquele momento que nos cruzámos estava de regresso ao ferry da Comporta depois de andar a passear pela costa.
Disse à babe, ela respondeu-me:
- Bolas, vocês (os que se deslocam de bina) são tão poucos que se conseguem reconhecer facilmente.

Somos poucos mas bons!! E um dia seremos muitos mais...

Adenda:
Ontem fomos aproveitar o final de tarde e fomos lanchar a uma esplanada em Algés. Fomos de carro com a babe a conduzir, e quando iamos para lá vimos um pai de bicicleta e uma filha na cadeirinha e este post aqui do blog veio à baila.
À volta numa das rotundas de Miraflores há um senhor já idoso que aparece à nossa direita a entrar na rotunda e eu:
- Olha, conhecço este senhor. Ele foi à Mega Massa e à vinda fizémos estes ultimos dois kms na conversa, pois ele tb tem uma bicicleta eléctrica.
- Poiiis - diz a mais que tudo - e este tb conheces?
Diz ela a mofar-me quando aparece um outro ciclista todo licrado numa BTT.
- Não! Obviamente não os conheço todos...
E na subida de Miraflores para Carnaxide pelo viaduto surge um ciclista na via da direita que lhe digo para tomar atenção:
- Olha, olha, mas conheço este... aha!! Uma vez ia eu para o trabalho de manhã com a fininha e ele estava ali à espera de uns amigos para irem treinar. Quando parei e ele me viu tb todo desportivo e com uma fininha desafio-me a ir para a marginal treinar e eu disse que infelizmente ia trabalhar... ele fácil de distinguir este pois anda sempre com um lenço na cabeça por baixo do capacete.
- Pois, lá está, é o tema do teu blog outra vez!

Comparar o incomparável

Sunday, August 21, 2016

A propósito de uma simples, mas repetida, conversa cordial num dos grupos do facebook que sigo/participo, eis que que sobre a possibilidade hipotética e longuínqua de alteração da lei, nomeadamente do Código da Estrada, para que os sinais luminosos de vermelho fossem para as bicicletas equiparados a um simples STOP ou sinal  intermitente logo um conjunto de pessoas se insurge afirmando que a lei é para todos e todos a devem respeitar, e tal e coiso...

No mundo "civilizado" (no que diz respeito ao uso de velocípedes como meio de transporte e deslocação) já há muito que se mudou o paradigma permitindo que os semáforos vermelhos tenham distintos objectivos consoante o tipo de veículo.
Ver artigo Should cyclists be allowed to run red lights?

O que fazer nesta situação?
Cumprir, desobedecer ou mudar a regra instituída para se adaptar à realidade?


As leis mudam-se para se adequarem às realidades e necessidades, nada é escrito na pedra, basta pensar e ponderar as vantagens e desvantagens...

Como em Espanha, esse país bué longe daqui, onde já é permitido por lei a ultrapassagem de velocípedes mesmo com o traço contínuo.


As responsabilidades e as situações não são iguais, logo os deveres e direitos também não podem ser medidos pela mesma bitola. Noutros países já há muito se avançou, nós por cá ainda estamos na mesma, como a lesma.

...e ainda há dias numa dessas conversas outra pessoa dizia que se calhar a agressividade dos condutores para com os ciclistas no trânsito é porque estes não são obrigados a ter carta de condução, seguro e pagar um imposto de circulação.

Sobre esta opinião, desinformada, não há muito a debater... Eu tenho carta de condução, por acaso tenho seguro, e segundo este excelente post o custo de IUC que teria de pagar é de 1 cêntimo.
E não é por isso que os condutores de veículos motorizados tem mais cuidado ou respeito para comigo quando circulo respeitando o Código da Estrada.

E já agora só sobre essa falácia da carta de condução:
"Por dia são apanhados 23 portugueses a conduzir sem carta"
"Quase 18 mil condutores ficam inibidos de conduzir todos os meses"
"13 mil detidos sem carta. No exame de código 40% chumbam"

E só para dar uma ideia, já que opinões e entendimentos todos temos, ficam aqui uns números para pensar um bocadinho...

Que estão no Relatório de Sinistralidade Rodoviária ANSR

Enquanto não se entender o problema nunca mais se arranja a solução...

Distância e velocidade!

Tuesday, July 26, 2016

WWOOOO HOOO!!! Heeeeeehheeeeee! IIUUPÍIIII!!

(velocidade média em cerca de 800 kms já percorridos)

(velocidade máxima numa das mega-descidas que faço, e que à volta é uma mega-subida)


Sim, tenho a certeza que naquele troço ia em excesso de velocidade. Não costumo ir a mais de 50kms/h mas naquele dia quis testar a velocidade máxima da "Romana".
E mesmo assim no Strava não estou em primeiro.

"The Distance" - Cake

Reluctantly crouched at the starting line,
Engines pumping and thumping in time.
The green light flashes, the flags go up.
Churning and burning, they yearn for the cup.
They deftly maneuver and muscle for rank,
Fuel burning fast on an empty tank.
Reckless and wild, they pour through the turns.
Their prowess is potent and secretly stearn.
As they speed through the finish, the flags go down.
The fans get up and they get out of town.
The arena is empty except for one man,
Still driving and striving as fast as he can.
The sun has gone down and the moon has come up,
And long ago somebody left with the cup.
But he's driving and striving and hugging the turns.
And thinking of someone for whom he still burns. 

He's going the distance.
He's going for speed.
She's all alone
In her time of need.
Because he's racing and pacing and plotting the course,
He's fighting and biting and riding on his horse,
He's going the distance. 

No trophy, no flowers, no flashbulbs, no wine,
He's haunted by something he cannot define.
Bowel-shaking earthquakes of doubt and remorse,
Assail him, impale him with monster-truck force.
In his mind, he's still driving, still making the grade.
She's hoping in time that her memories will fade.
Cause he's racing and pacing and plotting the course,
He's fighting and biting and riding on his horse.
The sun has gone down and the moon has come up,
And long ago somebody left with the cup.
But he's striving and driving and hugging the turns.
And thinking of someone for whom he still burns. 

Cause he's going the distance.
He's going for speed.
She's all alone
In her time of need.
Because he's racing and pacing and plotting the course,
He's fighting and biting and riding on his horse.
He's racing and pacing and plotting the course,
He's fighting and biting and riding on his horse.
He's going the distance.
He's going for speed.
He's going the distance.

Yehuda está de volta!

Tuesday, June 28, 2016

Há muitos muitos meses reparei no Facebook do Yehuda Moon que haviam tiras que nunca tinha visto. Estavam de volta!! :)

Pouco tempo depois no Kickstarter sugiu a possibilidade de apoiar o projeto com uma série de opções... apesar de ser um pouco puxadote, e depois de muito ponderar apostei dinheiro numa das possibilidades (volume 5 + volume 6 + boné) e finalmente chegou!! Me very happy! :)


O volume 5 apesar de já não ser novo estava esgotado e com esta iniciativa consegui os dois volumes!

E autografados... Que nice!


O boné é muita catita! Ainda há pouco tempo andava no site da Rasto a namorar este tipo de bonés, só pela piada... mas são carotes.


É só mesmo pela piada do boné vintage de ciclista :)


Com a encomenda veio também um autocolante e um postal de um advogado especialista em questões jurídicas sobre o uso da bicicleta... muito bom!!



E agora vou deliciar-me a ler as tirinhas do Joe, Yehuda, Grail e companhia...
 

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