Elétricas estão de moda?

Monday, September 12, 2016

Hoje ao vir a caminho do trabalho na mega subida que faço estava uma equipa de jardineiros a tratar das palmeiras quando ficam todos a apreciar a Romana a galgar por ali acima ao ponto de um deles exclamar para os outros:
"Olha, isto é que é força..." - pensando que era tudo força de pernas aqui do menino.


Ao chegar aos novos parqueamentos lá no trabalho...


...reparei num post-it com algo escrito no local onde costumo deixar a minha Romana.

Era de um colega que o tinha deixado na sexta anterior mas que eu não tinha visto, e queria saber mais disto das bikes elétricas pois mora aqui perto mas as subidas desmotivam o vir de bicicleta "normal".


Já tivémos a trocar informação, pode ser que o estacionamento comece a ser parco para as bicicletas :)

Entretanto um dos mails que recebi de manhã cedo no mail pessoal, que consulto via telemóvel, era de uma pessoa a inquirir a lista de distribuição da "bicicletada" (Massa Crítica) sobre bicicletas elétricas...

Parece que isto dos velocípedes com assistência elétrica está de moda...

É o futuro!!

Somos poucos, mas somos bons!

Friday, September 9, 2016

Há coisa de um ano e picos fui com a família (a babe e a mini-me) jantar ali para os lados de Oeiras, e à volta para casa à pendura no carro vislumbrei um ciclista urbano já depois do lusco-fusco com uma ténue luz traseira na sua bicla e alertei para ela ter cuidado e dar espaço.
Naqueles dois segundos em que passámos pareceu-me reconhecer a face do cavalheiro que seguia em duas rodas e disse:
- Acho que era o RF. Não o conheço pessoalmente mas já vi fotos em sites, e fóruns e no facebook e acho que era ele.
- Yá, deve ser mesmo - respondeu a babe.
Passado uns tempos meti conversa com ele num dos muitos fóruns de bicicleta e ele confirmou que nesse dia tinha passado ali por aquela hora.
Quando disse à mais-que-tudo que era o tal moço naquele dia, respondeu-me:
- Bolas, vocês (os que se deslocam de bina) são tão poucos que se conseguem reconhecer facilmente.


(interior de uma loja lá em Tróia)

Há uns meses alterei o meu trajeto de commute diário pois mudei de local de trabalho, e ao passo que antes me cruzava amiúde com vários outros cavaleiros do pedal agora só me cruzo com um muito de vez em quando. A cara não me era estranha e apesar de nos cumprimentarmos sempre um ao outro não estava a situar a pessoa. Há dia no facebook ele meteu conversa comigo dizendo quem era e que antes nos cruzávamos na ciclovia da radial de Benfica, era o VR.
Ora lá está, a cara não me era estranha mas a bicicleta era outra e por isso não situei a pessoa.
Quando contei à minha cara-metade ela respondeu-me:
- Bolas, vocês (os que se deslocam de bina) são tão poucos que se conseguem reconhecer facilmente.

Este verão fomos passar uns dias a Tróia, adooorooo.
E lá há cada vez mais bicicletas pois é realmente um meio muito simples de usar ali naquela zona. Um dia resolvemos ir jantar à Comporta, de carro, já depois dos banhos tomados após horas de praia e piscina.
Já naquelas grandes retas de alcatrão com o estuário do Sado de um lado e a terceira maior extensão de praia do mundo do outro vejo no lusco-fusco um homem de cabelo rebelde, barba de dias e em tronco nu de bicicleta vagarosamente em sentido contrário.
Ao nos cruzarmos fixamos o olhar e naquelas não mais de 3 segundos pareceu-me reconhecer o rosto.
- Viste aquele tipo de bicicleta? - perguntei à babe que divaga a ver o horizonte.
- Qual deles? Vi imensas pessoas de bicicleta hoje.
- Este que passámos agora?
- Não, nem reparei.
- Acho que o conheço... quer dizer, não pessoalmente, mas de uns fóruns sobre bicicletas e tal na net, penso que seja o RI,
- Deve ser deve.
Assim que aparquei o carro mandei-lhe uma mensagem por facebook, pois pertence a alguns grupos que acompanho.
No dia seguinte respondeu-me que sim, que estava em Setúbal a pernoitar e que naquele momento que nos cruzámos estava de regresso ao ferry da Comporta depois de andar a passear pela costa.
Disse à babe, ela respondeu-me:
- Bolas, vocês (os que se deslocam de bina) são tão poucos que se conseguem reconhecer facilmente.

Somos poucos mas bons!! E um dia seremos muitos mais...

Adenda:
Ontem fomos aproveitar o final de tarde e fomos lanchar a uma esplanada em Algés. Fomos de carro com a babe a conduzir, e quando iamos para lá vimos um pai de bicicleta e uma filha na cadeirinha e este post aqui do blog veio à baila.
À volta numa das rotundas de Miraflores há um senhor já idoso que aparece à nossa direita a entrar na rotunda e eu:
- Olha, conhecço este senhor. Ele foi à Mega Massa e à vinda fizémos estes ultimos dois kms na conversa, pois ele tb tem uma bicicleta eléctrica.
- Poiiis - diz a mais que tudo - e este tb conheces?
Diz ela a mofar-me quando aparece um outro ciclista todo licrado numa BTT.
- Não! Obviamente não os conheço todos...
E na subida de Miraflores para Carnaxide pelo viaduto surge um ciclista na via da direita que lhe digo para tomar atenção:
- Olha, olha, mas conheço este... aha!! Uma vez ia eu para o trabalho de manhã com a fininha e ele estava ali à espera de uns amigos para irem treinar. Quando parei e ele me viu tb todo desportivo e com uma fininha desafio-me a ir para a marginal treinar e eu disse que infelizmente ia trabalhar... ele fácil de distinguir este pois anda sempre com um lenço na cabeça por baixo do capacete.
- Pois, lá está, é o tema do teu blog outra vez!

Comparar o incomparável

Sunday, August 21, 2016

A propósito de uma simples, mas repetida, conversa cordial num dos grupos do facebook que sigo/participo, eis que que sobre a possibilidade hipotética e longuínqua de alteração da lei, nomeadamente do Código da Estrada, para que os sinais luminosos de vermelho fossem para as bicicletas equiparados a um simples STOP ou sinal  intermitente logo um conjunto de pessoas se insurge afirmando que a lei é para todos e todos a devem respeitar, e tal e coiso...

No mundo "civilizado" (no que diz respeito ao uso de velocípedes como meio de transporte e deslocação) já há muito que se mudou o paradigma permitindo que os semáforos vermelhos tenham distintos objectivos consoante o tipo de veículo.
Ver artigo Should cyclists be allowed to run red lights?

O que fazer nesta situação?
Cumprir, desobedecer ou mudar a regra instituída para se adaptar à realidade?


As leis mudam-se para se adequarem às realidades e necessidades, nada é escrito na pedra, basta pensar e ponderar as vantagens e desvantagens...

Como em Espanha, esse país bué longe daqui, onde já é permitido por lei a ultrapassagem de velocípedes mesmo com o traço contínuo.


As responsabilidades e as situações não são iguais, logo os deveres e direitos também não podem ser medidos pela mesma bitola. Noutros países já há muito se avançou, nós por cá ainda estamos na mesma, como a lesma.

...e ainda há dias numa dessas conversas outra pessoa dizia que se calhar a agressividade dos condutores para com os ciclistas no trânsito é porque estes não são obrigados a ter carta de condução, seguro e pagar um imposto de circulação.

Sobre esta opinião, desinformada, não há muito a debater... Eu tenho carta de condução, por acaso tenho seguro, e segundo este excelente post o custo de IUC que teria de pagar é de 1 cêntimo.
E não é por isso que os condutores de veículos motorizados tem mais cuidado ou respeito para comigo quando circulo respeitando o Código da Estrada.

E já agora só sobre essa falácia da carta de condução:
"Por dia são apanhados 23 portugueses a conduzir sem carta"
"Quase 18 mil condutores ficam inibidos de conduzir todos os meses"
"13 mil detidos sem carta. No exame de código 40% chumbam"

E só para dar uma ideia, já que opinões e entendimentos todos temos, ficam aqui uns números para pensar um bocadinho...

Que estão no Relatório de Sinistralidade Rodoviária ANSR

Enquanto não se entender o problema nunca mais se arranja a solução...

Distância e velocidade!

Tuesday, July 26, 2016

WWOOOO HOOO!!! Heeeeeehheeeeee! IIUUPÍIIII!!

(velocidade média em cerca de 800 kms já percorridos)

(velocidade máxima numa das mega-descidas que faço, e que à volta é uma mega-subida)


Sim, tenho a certeza que naquele troço ia em excesso de velocidade. Não costumo ir a mais de 50kms/h mas naquele dia quis testar a velocidade máxima da "Romana".
E mesmo assim no Strava não estou em primeiro.

"The Distance" - Cake

Reluctantly crouched at the starting line,
Engines pumping and thumping in time.
The green light flashes, the flags go up.
Churning and burning, they yearn for the cup.
They deftly maneuver and muscle for rank,
Fuel burning fast on an empty tank.
Reckless and wild, they pour through the turns.
Their prowess is potent and secretly stearn.
As they speed through the finish, the flags go down.
The fans get up and they get out of town.
The arena is empty except for one man,
Still driving and striving as fast as he can.
The sun has gone down and the moon has come up,
And long ago somebody left with the cup.
But he's driving and striving and hugging the turns.
And thinking of someone for whom he still burns. 

He's going the distance.
He's going for speed.
She's all alone
In her time of need.
Because he's racing and pacing and plotting the course,
He's fighting and biting and riding on his horse,
He's going the distance. 

No trophy, no flowers, no flashbulbs, no wine,
He's haunted by something he cannot define.
Bowel-shaking earthquakes of doubt and remorse,
Assail him, impale him with monster-truck force.
In his mind, he's still driving, still making the grade.
She's hoping in time that her memories will fade.
Cause he's racing and pacing and plotting the course,
He's fighting and biting and riding on his horse.
The sun has gone down and the moon has come up,
And long ago somebody left with the cup.
But he's striving and driving and hugging the turns.
And thinking of someone for whom he still burns. 

Cause he's going the distance.
He's going for speed.
She's all alone
In her time of need.
Because he's racing and pacing and plotting the course,
He's fighting and biting and riding on his horse.
He's racing and pacing and plotting the course,
He's fighting and biting and riding on his horse.
He's going the distance.
He's going for speed.
He's going the distance.

Yehuda está de volta!

Tuesday, June 28, 2016

Há muitos muitos meses reparei no Facebook do Yehuda Moon que haviam tiras que nunca tinha visto. Estavam de volta!! :)

Pouco tempo depois no Kickstarter sugiu a possibilidade de apoiar o projeto com uma série de opções... apesar de ser um pouco puxadote, e depois de muito ponderar apostei dinheiro numa das possibilidades (volume 5 + volume 6 + boné) e finalmente chegou!! Me very happy! :)


O volume 5 apesar de já não ser novo estava esgotado e com esta iniciativa consegui os dois volumes!

E autografados... Que nice!


O boné é muita catita! Ainda há pouco tempo andava no site da Rasto a namorar este tipo de bonés, só pela piada... mas são carotes.


É só mesmo pela piada do boné vintage de ciclista :)


Com a encomenda veio também um autocolante e um postal de um advogado especialista em questões jurídicas sobre o uso da bicicleta... muito bom!!



E agora vou deliciar-me a ler as tirinhas do Joe, Yehuda, Grail e companhia...

Apps for all

Wednesday, June 22, 2016

Durante uns tempos deixei de commutar de bicicleta e até tive de voltar a fazer muitos desses percursos de carro. E uma vez voltando a este modelo tive de me atualizar e passar a usar uma nova app que a malta que anda de carro me recomendava mas como de bicicleta ou mota não tinha «desses» problemas nunca usei...

Waze
https://www.waze.com/

"O Waze é a maior comunidade de condutores do mundo. Ajude os condutores à sua volta e partilhe informações de trânsito em tempo real. Evite gastos desnecessários de tempo e combustível."

É muito útil pois é uma rede de partilha de informação de trânsito feita pelos próprios utilizadores e pela velocidade que estes tem nos troços que fazem.

Um dia ia eu do trabalho para ir buscar a filha à escola e depois irmos ao médico pediatra e estava um daqueles dias caóticos de trânsito, acho que jogava aquele clube ali dos lados de Carnide e estava tudo emperrado. E chovia!! Chovia muito. Caos!
Ali perto de casa mas ainda no para-arranca vejo passar o E. na sua bicicleta ao regresso a casa findo o dia de trabalho. Foi uma daquelas coincidências pois o Waze tem uma feature que permite ver os "amigos" (eu usei o método de autenticação com o Facebook) que tb estão no trânsito, e pensei: "Se ele vai de bike pq está a usar o Waze?"
Num outro dia estava eu tb no trânsito parado na zona ainda de Oeiras e o Waze buzina. Nunca tinha ouvido aquele alerta... Afinal é uma feature do Waze que permite mandar uma buzinadela aos "amigos", como um cumprimento/olá.
Era o E. que deveria ir algures na sua bicla e me estava a buzinar...! O sacana!

Strava
https://www.strava.com/mobile

"Track all your runs, rides and cross-training too. Upload your activities from your Garmin, Android or iPhone and Strava will automatically log all your workouts."

Diz que é a melhor app para quem anda de bicicleta.
É ao estilo da RunKeeper, Nike+, Endomondo, etc, mas com foco nas bicicletas, apesar de tb dar para a malta que corre.
Tem funcionalidades muito fixes, tais como automaticamente dar um ranking de melhores tempos por determinados segmentos, para todos os utilizadores do Strava, mesmo que não sejam "amigos" e estejam na mesma rede.
Funciona bem no móvel e no PC para ver os dados e analisar a informação.
Como é uma aplicação com muitas funcionalidades é complexa de entender, mas se se usar só o básico é simples.


Glympse
http://www.glympse.com/get-glympse

"Glympse is a fast, free, and simple way to share your location in real-time. We put you in control. You set who sees you and for how long."

É uma app super simples e que permite partilhar um link com quem se quiser, e num simples browser os outros sem precisarem de instalar nada conseguem ver quase em tempo real a posição num mapa.


Útil por exemplo para coisas como a Mega Massa Crítica...
http://www.tinyurl.com/megamassa2016

Sevilha, a Amsterdão do sul da Europa

Tuesday, June 14, 2016

Fomos passar o fim-de-semana grande dos feriados de junho a Sevilha com uns amigos. Já lá tinha estado duas vezes, a ultima das quais há 7 anos num invernoso novembro. E de lá para cá a cidade transformou-se numa meca da mobilidade ativa.


Se já considerava que Valência e Bilbao que visitei mais recentemente eram muito bike-friendly então Sevilha é realmente um paraíso para quem gosta de se deslocar de bina.




Imaginem os "cojones" do alcaide que decidiu fechar esta avenida ao trânsito automóvel... isto se fosse cá em Portugal era linchado vivo. Se a CM de Lisboa para fazer melhorias que não tocam no status quo já está a ter a propaganda que está, imaginem se um dia um "maluco" caísse na loucura de fechar, vamos a imaginar, a Av. Fontes Pereira de Melo e torná-la uma zona pedonal e de comércio... 

~

A cidade tem muitas ciclovias, mesmo mesmo muitas, mas nas grandes avenidas.
Pelo que me disse um taxista foram retirados muitos lugares de estacionamento nas principais avenidas para dar lugar a essas ciclovias.

Existem também muitas ciclovias em cima de passeios, mas muitas delas não influênciam o passo pedonal. E mesmo onde há muitos "conflitos" não parecem ser beligerantes. Como há mesmo muitas bicicletas a rolar os peões já sabem que não devem andar nas ciclovias.


Nesta foto de cima está uma larga avenida com umas 4 vias de trânsito motorizado, uma de BUS e ao lado segregada uma ciclovia bidirecional que "roubou" espaço de estacionamento automóvel para ser feita, mas depois ladeada com arvoredo e  arbustos do passeio pedonal, que como não tem pedrinhas mas sim um piso confortável e liso é usada pelos peões (got it?!).

Na foto de baixo está um exemplo de como se faz uma ciclovia, contínua e onde o trânsito automóvel é que tem de dar prioridade, pois a passadeira de peões e a ciclovia mantêm a cota e sem interrupções, e os carros é que tem de dar prioridade e abrandar com cota elevada para passar fazendo acalmia de trânsito. Acalmia essa que era visível na postura de condução, em 4 dias só ouvi uma pessoa a apitar insistemente no seu bólide.


Mesmo as zonas mais "antigas" onde não há ciclovias, há imensas infraestruturas para ajudar no uso das bicicletas, desde parqueamentos a pavimentos mais lisos. Haviam muitas pessoas de cadeiras de rodas a circular sozinhas na cidade, e muita gente de skate e patins em linha mas em deslocação e não em lazer. E há muitas zonas 20 e 30 para limitar o excesso de velocidade automóvel e assim ter efetivamente zonas de acalmia para todos.






Outro detalhe é que há muitos locais de estacionamento de motos e como tal não concorrem com os lugares de bicicletas, e possivelmente por haver uma sensibilização diferente ao tema do que por cá, uma vez que devem ser severamente multados por usurparem os lugares das bicicletas.


Achei estes pormenores deliciosos, em muitas ruas estreitas criam estes mini-estacionamentos para motos em paralelo com a rua.

Obviamente, mas só pela piada, aderi ao sistema de aluguer de bicicletas partilhadas de Sevilha que funciona muito bem e que é muito usado, Ultimamente tem sido notícia que o sistema está a cair no uso mas porque muitas pessoas passaram a adquirir as suas próprias bicicletas, o que é um passo natural se se vive na cidade e se usa a bicicleta como meio de transporte.





E depois há aqueles detalhes que fazem a diferença entre haver ou não barreiras... os passeios lisos, quase todas as passadeiras ou são rebaixadas ou elavadas para garantir continuidade, tal como as ciclovias, as passadeiras são para peões e bicicletas pelo que não é preciso desmontar, existe sentidos proibidos e trânsito condicionado excepto bicicletas, os semáforos tem temporizadores e avisos sonosos para ajudas os minus-válidos, e tem sinalização para peões e bicicletas.
Detalhes que fazem a diferença...

E isso vê-se, pois há desde o mais licrado e enxuto ciclista de estrada, ao BTTista, aos grupinhos de crianças a rolar sozinhas ou a um casal de velhotes de bicicleta a irem de compras sem medo do perigo e da maluquice que é andar de duas rodas numa cidade com tanto trânsito.

Mais uma vez adorei Sevilha, e realmente está muito à nossa frente no que respeita a mobilidade ativa. Mas não seria capaz de viver nesta cidade, pois apesar de não ser de chocolate eu derreteria com o calor, estavam só 41 graus no dia 13 de junho quando regressámos e ainda nem chegou o verão a sério... mas sem ser isso é uma cidade que deve ter uma excelente qualidade de vida.

(Só o pão deles é que é uma coisa indescritível, se calhar se abrisse lá uma boa padaria acho que ficaria rico!)

Até em Sevilha se fala da Mega Massa Lisboa > Oeiras, que é já dia 24 de junho... :)


 

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