Já que as autoridades e entidades responsáveis não fazem o que lhes compete vai de que temos de ser nós a explanar que para se ultrapassar um veículo é preciso cumprir o artigo 38.º do Código.
Mais a mais se for um velocípede!
Ver aqui o Código da Estrada
SUBSECÇÃO II Ultrapassagem
Artigo 38.º Realização da manobra
(...)
2 - O condutor deve, especialmente, certificar-se de que:
a) A faixa de rodagem se encontra livre na extensão e largura necessárias à realização da manobra com segurança;
b) Pode retomar a direita sem perigo para aqueles que aí transitam;
c) Nenhum condutor que siga na mesma via ou na que se situa imediatamente à esquerda iniciou manobra para o ultrapassar;
d) O condutor que o antecede na mesma via não assinalou a intenção de ultrapassar um terceiro e veículo ou de contornar um obstáculo;
e) Na ultrapassagem de velocípedes ou à passagem de peões que circulem ou se encontrem na berma, guarda a distância lateral mínima de 1,5 m e abranda a velocidade.
3 - Para a realização da manobra, o condutor deve ocupar o lado da faixa de rodagem destinado à circulação em sentido contrário ou, se existir mais que uma via de trânsito no mesmo sentido, a via de trânsito à esquerda daquela em que circula o veículo ultrapassado.
4 - O condutor deve retomar a direita logo que conclua a manobra e o possa fazer sem perigo.
5 - Quem infringir o disposto nos números anteriores é sancionado com coima de € 120 a € 600.
É que ainda os estou a ajudar a perceber que podem evitar uma pesada multa...!
Deviam era agradecer.
Mas no fundo, no fundo, não tem a ver com o cumprir ou não o código, tem a ver com a segurança das pessoas que circulam na via pública e que ao contrário de um automobilista quem vai a pé ou de bicicleta não tem a mesma proteção... no fundo tema a ver com o respeitar a vida humana! Respeito pelos outros, segurança para todos!
"Ah e tal, o que é isso do MUBi?"
É ir ver a www.mubi.pt e descobrir.
Mini-prémios de montanha
Friday, May 20, 2016
Ah e tal a bicicleta elétrica é batota, o melhor é uma bicicleta "normal" blá blá blá whiskas saquetas.
Eu tenho bicicletas normais, mas para este meu novo trajeto uma bicicleta normal não serviria, para mim.
Por isso entre vir de carro ou vir numa bicicleta com assistência à pedalagem prefiro a bicicleta "anormal".
E para quem não sabe, tem de se pedalar e muito! Aquilo não é uma motoreta.
Ainda hoje um colega de trabalho a quem deixei dar uma volta me perguntava:
"- Mas onde é que se acelera?"
"- Hello? A pedalar...? É uma bicicleta..."
São cerca de 12kms em cerca de 30 minutos, por montes e vales...
E quase, quaseee não transpiro...
Eu tenho bicicletas normais, mas para este meu novo trajeto uma bicicleta normal não serviria, para mim.
Por isso entre vir de carro ou vir numa bicicleta com assistência à pedalagem prefiro a bicicleta "anormal".
E para quem não sabe, tem de se pedalar e muito! Aquilo não é uma motoreta.
Ainda hoje um colega de trabalho a quem deixei dar uma volta me perguntava:
"- Mas onde é que se acelera?"
"- Hello? A pedalar...? É uma bicicleta..."
São cerca de 12kms em cerca de 30 minutos, por montes e vales...
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Review da Romana
Saturday, May 14, 2016
O prometido é devido, adágio popular que o Rui eternizou numa música há um par de décadas (já passaram tantos anos, estou velho), portanto fica aqui um post sobre a apreciação e experiência na minha bicicleta elétrica cuja graça dei de "Romana".
Neste momento já leva mais de 300kms a rolar, a grande maioria em percursos casa-trabalho-casa e alguns em pequenas voltinhas de recados e compras.
So far, so good! Estou muito satisfeito por ter comprado a bicicleta pois presta-se àquilo que era a minha intenção de conseguir a espaços trocar o carro ou a mota para as minhas deslocações ao trabalho permitindo-me assim fazer também algum exercício.
"Exercício? Mas afinal... não é elétrica?" - dirão alguns de vós e é o que mais ouço.
Sim, é elétrica, mas não anda sozinha.
Não é uma motoreta elétrica, é um sistema de auxílio ao pedalar, por isso é preciso - you guessed - pedalar! E basicamente é preciso pedalar sempre, o que obriga a estar sempre a mexer as perninhas.
Depois de uns percalços iniciais com a bicicleta, num tema das luzes traseiras e dos travões hidráulicos que não estavam bem pois perderam o óleo e como tal não travava nada, o Miguel da BeEletric, mais uma vez num serviço 5 estrelas, diagnosticou o problema e com a parceria que tem com a Be-Cyclist do Samuel resolveram o problema em três tempos. Sangraram o travão da frente da Romana e voltaram a meter o óleo que agora está devidamente vedado e faz o travão fazer o seu trabalho, que é travar!
Além disso o Samuel afinou a bicicleta para o meu tamanho, corrigindo a altura, inclinação do selim e do guiador. E havia uma mudança que não entrava bem e agora está suave... maravilha.
Em termos de características o modelo que comprei tem o motor Bosch Active Line que é tipo o de gama de entrada e veio com a bateria de 400 Wh.
http://www.bosch-ebike.com/au-en/ebike-systems/active-line/
A bateria carrega totalmente em 2 horas com o carregador de origem.
Não é possível carregar a bateria sem a retirar da bicicleta pois só tem uma entrada. Portanto é preciso sempre retirar a mesma para a carregar.
A entrada é "proprietária" e não é standard pelo que se o carregador morrer é preciso comprar um novo, são tipo 150€ só o carregador, poiiis.
Existem 4 modos de assistência e desligado (turbo, sport, tour, eco, off) e a autonomia depende de qual o modo de assistência que se usa, as subidas que se fazem e até do número de arranques.
Para o meu percurso que são cerca de 12 kms para o trabalho e 12 kms de volta, mas com umas subidas que são quase mini-prémios de montanha, usando o modo Turbo que é o máximo de assistência, dá para um dia e meio, ou seja ~36 kms.
Houve um dos dias que esqueci de carregar a bateria de véspera e tive de levar o carregador comigo, bem pensei bem o fiz pois fiquei sem bateria a 500 mts do trabalho e seria impossível fazer os 12 kms de volta só com a força das pernas.
Outra vez que arrisquei ir e vir com o modo Sport, que é o 2.º mais forte na assistência e tinha pouca bateria, acabei por ficar sem bateria à vinda para casa a cerca de 1,5kms e tive de puxar pelas pernas - não foi nada fácil.
É que esta menina pesa 21kg e com mais cadeados e tralha nos alforges estamos a falar de mais de 25kg. É mesmo muiiiito pesada.
Conselho: controlar bem a autonomia pois quando a assistência acaba é um peso monstruoso!
Em termos de condução estou muito satisfeito, é uma bicicleta muito confortável em termos de posição de condução. Pneus grandes mas sem ser de BTT, guiador ergonómico para condução relaxada, selim grande, tem suspensão adaptável pelo que posso regular, as luzes dianteira e traseira são muito boas. A traseira é um led no rack, coisas modernas!
http://www.racktime.com/en/racktime-products/system-carriers/racktime-product/shine-evo-standard/
Tem um descanso muito poderoso. Tem um lock da Axa na roda traseira que usa a mesma chave da bateria. Tem para-lamas. O computador de bordo, wooow, dá informações de velocidade, horas, tempo de viagem, acumulados, velocidade máxima - já deu 62kms a descer esta maluca!
Li há tempos um artigo que as eBikes terão um boom nos próximos anos e acredito que sim. Como transporte citadino são um investimento melhor que um carro ou um mota... não pagam impostos, nem o "combustível" é tão caro pois ao fim ao cabo tem de carregar energia elétrica mas é incomparavelmente mais barato, e além disso dá saúde e felicidade!
O problema é que como é um bicho caro agora ando com 4 cadeados atrás!
Fica toda amarrada para ninguém ter inveja e ma levar...
Para além disso, dá para andar com a roupa normal do trabalho pois transpira-se muiiiiito menos!
Desvantagem das elétricas? Tens obrigatoriamente de andar de capacete, it's the law! (quer dizer, pode-se desobedecer à lei, mas depois podem haver consequências...)
Adenda:
Descobri recentemente que afinal posso carregar a bateria sem a tirar do deck da bicicleta.
Neste momento já leva mais de 300kms a rolar, a grande maioria em percursos casa-trabalho-casa e alguns em pequenas voltinhas de recados e compras.
So far, so good! Estou muito satisfeito por ter comprado a bicicleta pois presta-se àquilo que era a minha intenção de conseguir a espaços trocar o carro ou a mota para as minhas deslocações ao trabalho permitindo-me assim fazer também algum exercício.
"Exercício? Mas afinal... não é elétrica?" - dirão alguns de vós e é o que mais ouço.
Sim, é elétrica, mas não anda sozinha.
Não é uma motoreta elétrica, é um sistema de auxílio ao pedalar, por isso é preciso - you guessed - pedalar! E basicamente é preciso pedalar sempre, o que obriga a estar sempre a mexer as perninhas.
Depois de uns percalços iniciais com a bicicleta, num tema das luzes traseiras e dos travões hidráulicos que não estavam bem pois perderam o óleo e como tal não travava nada, o Miguel da BeEletric, mais uma vez num serviço 5 estrelas, diagnosticou o problema e com a parceria que tem com a Be-Cyclist do Samuel resolveram o problema em três tempos. Sangraram o travão da frente da Romana e voltaram a meter o óleo que agora está devidamente vedado e faz o travão fazer o seu trabalho, que é travar!
Além disso o Samuel afinou a bicicleta para o meu tamanho, corrigindo a altura, inclinação do selim e do guiador. E havia uma mudança que não entrava bem e agora está suave... maravilha.
Em termos de características o modelo que comprei tem o motor Bosch Active Line que é tipo o de gama de entrada e veio com a bateria de 400 Wh.
http://www.bosch-ebike.com/au-en/ebike-systems/active-line/
A bateria carrega totalmente em 2 horas com o carregador de origem.
Não é possível carregar a bateria sem a retirar da bicicleta pois só tem uma entrada. Portanto é preciso sempre retirar a mesma para a carregar.
A entrada é "proprietária" e não é standard pelo que se o carregador morrer é preciso comprar um novo, são tipo 150€ só o carregador, poiiis.
Existem 4 modos de assistência e desligado (turbo, sport, tour, eco, off) e a autonomia depende de qual o modo de assistência que se usa, as subidas que se fazem e até do número de arranques.
Para o meu percurso que são cerca de 12 kms para o trabalho e 12 kms de volta, mas com umas subidas que são quase mini-prémios de montanha, usando o modo Turbo que é o máximo de assistência, dá para um dia e meio, ou seja ~36 kms.
Houve um dos dias que esqueci de carregar a bateria de véspera e tive de levar o carregador comigo, bem pensei bem o fiz pois fiquei sem bateria a 500 mts do trabalho e seria impossível fazer os 12 kms de volta só com a força das pernas.
Outra vez que arrisquei ir e vir com o modo Sport, que é o 2.º mais forte na assistência e tinha pouca bateria, acabei por ficar sem bateria à vinda para casa a cerca de 1,5kms e tive de puxar pelas pernas - não foi nada fácil.
É que esta menina pesa 21kg e com mais cadeados e tralha nos alforges estamos a falar de mais de 25kg. É mesmo muiiiito pesada.
Conselho: controlar bem a autonomia pois quando a assistência acaba é um peso monstruoso!
http://www.racktime.com/en/racktime-products/system-carriers/racktime-product/shine-evo-standard/
Tem um descanso muito poderoso. Tem um lock da Axa na roda traseira que usa a mesma chave da bateria. Tem para-lamas. O computador de bordo, wooow, dá informações de velocidade, horas, tempo de viagem, acumulados, velocidade máxima - já deu 62kms a descer esta maluca!
Li há tempos um artigo que as eBikes terão um boom nos próximos anos e acredito que sim. Como transporte citadino são um investimento melhor que um carro ou um mota... não pagam impostos, nem o "combustível" é tão caro pois ao fim ao cabo tem de carregar energia elétrica mas é incomparavelmente mais barato, e além disso dá saúde e felicidade!
O problema é que como é um bicho caro agora ando com 4 cadeados atrás!
Fica toda amarrada para ninguém ter inveja e ma levar...
Para além disso, dá para andar com a roupa normal do trabalho pois transpira-se muiiiiito menos!
Desvantagem das elétricas? Tens obrigatoriamente de andar de capacete, it's the law! (quer dizer, pode-se desobedecer à lei, mas depois podem haver consequências...)
Adenda:
Descobri recentemente que afinal posso carregar a bateria sem a tirar do deck da bicicleta.
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Em segurança!
Thursday, April 14, 2016
Andou há poucos dias a circular nas redes sociais um video de uma jovem com óculos escuros e filmado dentro do seu veículo em que discorria veneno sobre os ciclistas e utilizadores de bicicleta que abusavam e ocupavam a sua via impossibilitando a normal fluidez do trânsito.
Ora como uma bicicleta é um veículo de pleno direito subentende-se que a senhora se referiria ao trânsito motorizado, nomeadamente o seu uso particular do automóvel e não de um autocarro de transporte público cheio de gente.
Não consegui perceber se o vídeo era um sketch satírico ou era uma verdadeira afirmação das suas verdades e opiniões, mas seja como for parecia ser uma verdadeira amálaga de idiotices e parolices. Algumas delas que roçavam o incentivo à violência e atentado ao bem-estar físico dos ditos utilizadores de bicicletas no espaço público - essa corja de malfeitores.
Coisas como "só eu sei o que me aguento para não atropelar/matar nenhum" ou mesmo "deviam era ir todos para o Alasca e deixar passar quem quer ir trabalhar"! Enfim...
As redes sociais ficaram inflamadas!
Há neste tema vários problemas:
Um é a completa falta de respeito pelo próximo - "o meu umbigo e mai lindo que o teu logo eu é que tenho importância, nem que te mate!".
Outro é a própria falta de informação sobre os direitos e deveres que cada um deve ter na utilização partilhada da via pública - "as bicicletas não devem andar a passear na minha estrada, que é só minha!".
E outro ainda é a escravidão que somos quase todos obrigados a ter direta/indiretamente por diversos factores ao "Rei Carro", o que leva os menos audazes a não procurarem alternativas - porque o carro é um bem de primeira necessidade - "eu preciso de me deslocar no meu carro".
Para quem usa a Avenida da Marginal é normal que apanhe bicicletas, aquilo não é uma autoestrada! Se não quer apanhar bicicletas pode sempre usar a A5, essa autoestrada dedicada e exclusiva a veículos motorizados e onde "bicicleta não entra" - será que também fará um vídeo a dizer que os outros carros deviam ir todos para o Alasca??
Outra forma de evitar essa corja de malfeitores amigos do ambiente é ir de comboio! Claro que convêm que o Estado e as demais entidades responsáveis também apostem nesse meio de transporte e tudo façam para que seja este o meio primordial e não a "alternativa pobre".
E assim porque há muita gente mal informada ou simplesmente apedeuta é que é preciso ajudar a passar a mensagem.
Nova TSHIRT exclusiva para ensinar o que deveria ser o respeito na estrada.
Só custa 9€ + portes e ajuda a causa! Cerca de 2€ revertem para a MUBi para continuar a lutar pelos direitos dos utilizadores vulneráveis, porque ao contrário de outras associações e clubes não há um lobby a apoiar e a suportar financeiramente o trabalho voluntário de todos os que dispensam o seu tempo para fazer um mundo melhor.
É só ir aqui a este link:
https://www.teezily.com/mubicampaign
E fazer todo o processo de compra online. Compre para uma amiga, namorado, prenda de anos de um colega, de dia da mãe, mas faça um pequeno esforço para ajudar a passar a mensagem!
Se não tiver Cartão de Crédito ou PayPal pode sempre gerar um cartão de crédito temporário e com limite de valor via MBNet numa qualquer caixa Multibanco! Não há desculpas!
A campanha acaba dia 29 de Abril de 2016.
Ora como uma bicicleta é um veículo de pleno direito subentende-se que a senhora se referiria ao trânsito motorizado, nomeadamente o seu uso particular do automóvel e não de um autocarro de transporte público cheio de gente.
Não consegui perceber se o vídeo era um sketch satírico ou era uma verdadeira afirmação das suas verdades e opiniões, mas seja como for parecia ser uma verdadeira amálaga de idiotices e parolices. Algumas delas que roçavam o incentivo à violência e atentado ao bem-estar físico dos ditos utilizadores de bicicletas no espaço público - essa corja de malfeitores.
Coisas como "só eu sei o que me aguento para não atropelar/matar nenhum" ou mesmo "deviam era ir todos para o Alasca e deixar passar quem quer ir trabalhar"! Enfim...
As redes sociais ficaram inflamadas!
Há neste tema vários problemas:
Um é a completa falta de respeito pelo próximo - "o meu umbigo e mai lindo que o teu logo eu é que tenho importância, nem que te mate!".
Outro é a própria falta de informação sobre os direitos e deveres que cada um deve ter na utilização partilhada da via pública - "as bicicletas não devem andar a passear na minha estrada, que é só minha!".
E outro ainda é a escravidão que somos quase todos obrigados a ter direta/indiretamente por diversos factores ao "Rei Carro", o que leva os menos audazes a não procurarem alternativas - porque o carro é um bem de primeira necessidade - "eu preciso de me deslocar no meu carro".
Para quem usa a Avenida da Marginal é normal que apanhe bicicletas, aquilo não é uma autoestrada! Se não quer apanhar bicicletas pode sempre usar a A5, essa autoestrada dedicada e exclusiva a veículos motorizados e onde "bicicleta não entra" - será que também fará um vídeo a dizer que os outros carros deviam ir todos para o Alasca??
Outra forma de evitar essa corja de malfeitores amigos do ambiente é ir de comboio! Claro que convêm que o Estado e as demais entidades responsáveis também apostem nesse meio de transporte e tudo façam para que seja este o meio primordial e não a "alternativa pobre".
E assim porque há muita gente mal informada ou simplesmente apedeuta é que é preciso ajudar a passar a mensagem.
Nova TSHIRT exclusiva para ensinar o que deveria ser o respeito na estrada.
Só custa 9€ + portes e ajuda a causa! Cerca de 2€ revertem para a MUBi para continuar a lutar pelos direitos dos utilizadores vulneráveis, porque ao contrário de outras associações e clubes não há um lobby a apoiar e a suportar financeiramente o trabalho voluntário de todos os que dispensam o seu tempo para fazer um mundo melhor.
É só ir aqui a este link:
https://www.teezily.com/mubicampaign
E fazer todo o processo de compra online. Compre para uma amiga, namorado, prenda de anos de um colega, de dia da mãe, mas faça um pequeno esforço para ajudar a passar a mensagem!
Se não tiver Cartão de Crédito ou PayPal pode sempre gerar um cartão de crédito temporário e com limite de valor via MBNet numa qualquer caixa Multibanco! Não há desculpas!
A campanha acaba dia 29 de Abril de 2016.
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Que coisa mais linda...
Friday, April 8, 2016
"Olha que coisa mais linda
Mais cheia de graça
É ela menina
Que vem e que passa
Num doce balanço
A caminho do mar..."
Garota de Ipanema / Caetano Veloso
A Romana não é uma bicicleta! A Romana é uma gazela a pedais!
Nem sabem o quando me arrependo... de não a ter comprado mais cedo.
A review será feita em breve quanto tiver mais kms de utilização, mas para já ficam as fotos da menina que não deixa ninguém indiferente quando passa a rolar qual Garota de Ipanema.
Mais cheia de graça
É ela menina
Que vem e que passa
Num doce balanço
A caminho do mar..."
Garota de Ipanema / Caetano Veloso
A Romana não é uma bicicleta! A Romana é uma gazela a pedais!
Nem sabem o quando me arrependo... de não a ter comprado mais cedo.
A review será feita em breve quanto tiver mais kms de utilização, mas para já ficam as fotos da menina que não deixa ninguém indiferente quando passa a rolar qual Garota de Ipanema.
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Passagens não é para «passar»?
Tuesday, April 5, 2016
Hoje tive de ir a Lisboa e fui na minha nova menina, a Romana! :) Very niiiceee!
Ao passar pela ciclovia que ladeia a Avenida Calouste Gulbenkian em Lisboa tive uma boa surpresa... Finalmente depois de terem alcatroada a estrada Rua Armando Cortez já há muito muito tempo lá repintaram a passadeira. A-LE-LU-IA!
Já tinha falado do tema aqui neste meu post do "The green bullet e certos pormenores nas ciclovias" por ser algo que é de uma grande incompetência das entidades competentes (gioco di parole) só pensarem na mobilidade motorizada (convêm reler para relembrar o tema).
Acreditem que não são pormenores, pois há tempos ia eu no sentido trabalho/casa quando vejo um casal de nórdicos (eram loiros!) a quedar-se no passeio e a olhar para um lado e para o outro, para cima e para baixo à procura de uma passagem correta... e só se atreveram a passar a estrada porque me viram a fazê-lo de bicicleta. "Uma vez em Roma, sê Romano" - presumo que terão pensado.
E naquele gancho é sempre complicado de atravessar quer de bicicleta quer a pé.
Mas depois do entusiasmo inicial, veio a minha natural estupefação.
"Tanta sinalização?!" mas o Vereador da Mobilidade não andava a limpar os obstáculos e estorvos que pululam pelos passeios?! (ora contem-os lá...)
Notícia do DN: "Lisboa retira obstáculos de seis ruas para ser mais fácil andar a pé"
E mais, se acabaram de pintar de fresco porque raio se há uma ciclovia de um lado e outro não pintaram na mesma uma passagem de velocípedes?
Diz assim o documento da ANSR sobre o último Código da Estrada:
"Promove-se ainda a mobilidade sustentável, reconhecendo-se os benefícios da mesma para a saúde e para o meio ambiente, introduzindo-se profundas alterações ao regime de circulação dos velocípedes. A título de mero exemplo,: (i) Os utilizadores de bicicletas passam a poder circular nas bermas, desde que não ponham em perigo ou perturbem os peões que nelas circulem; (ii) os condutores devem ceder a passagem aos velocípedes nas passagens assinaladas; (iii) os veículos motorizados quando efetuam uma ultrapassagem a um velocípede devem guardar deste uma distância lateral mínima de um metro e meio; e, por último, (iv) com alguns condicionalismos, os ciclistas podem circular a par."
in Código da Estrada
Cumássim? "Promove-se"?! Então mas neste caso "obrigam" (por decreto, mas ninguém cumpre estas imbecilidades) a desmontar da bicicleta, até tem um STOP novo para ajudar a forçar o ponto, pois a ciclovia "acaba" num passeio seguido de uma passagem de peões, que "obriga" a desmontar para atravessar, para depois ter mais um metro de passeio e ter 10 metros de ciclovia e depois umas chapas metálicas no chão onde indica passeio (em calçada portuguesa de pedrinhas soltas) a partilhar com peões num espaço reduzido?!
Mas como "promovem"? Mas comem cocó às colheres ou são mesmo burros? Isto promove o quê? Só se for a desobediência às regras pois fazem puto de sentido... Se nas passagens mais à frente na Praça de Espanha até fizeram bem com a passagem de peões e a de velocípedes ao lado porque é que aqui fizeram mal? Não tem esperto no cabeço?
Mais... fiquei recentemente sabedor via esta conversa da MUBi aqui no Fórum (este fórum é muito bom, e ao contrário das conversas dos facebooks e afins fica facilmente pesquisável para consulta e histórico) que se eu quiser, porque até tenho à vontade e traquejo, não posso usar a estrada mas sou obrigado a usar aquela ciclovia? É que nesta parte aquilo dificilmente se pode chamar uma ciclovia... eu quero ir trabalhar não ando a passear a ver as vistas... preciso de me deslocar com rapidez e em segurança, mesmo que seja a 20km/h.
Não é uma passadeira antiga, foi acabada de pintar, os sinais acabados de colocar... (recentemente entenda-se, não sei precisar quando foi feito pois desde Dezembro que não passava ali).
Mais, se é uma zona 30 (tá lá o sinal, mas muitos não cumprem) porque não fazer uma passadeira elevada e assim facilitar efetivamente a mobilidade sustentável e obrigando o trnasito motorizado a cumprir os 30km/h?
Como é que esta gente responsável acha que anda a promover a mobilidade sustentável?!
Coincidência das coincidências o meu amigo que me tirou as fotos no post do "The green bullet" e que na altura ia de taxi, hoje também me viu na mesma zona comentou o meu post matinal no facetas a questionar se hoje era dia de ir ou não de bicicleta por causa do tempo: "Foste de bike. Vi-te passar na Gulbenkian e a mandar vir com alguma coisa. (PS: o vermelho fica-te bem)."
Estava a mandar vir com um automobilista que depois de eu esperar no semáforo vermelho na passagem de velocípedes resolveu ficar parado em cima da mesma quando abriu o verde para mim como se eu é que tivesse de andar a fazer gincanas porque eu ando a "passear de bicicleta" e ele vai no seu carro pagador de impostos e seguro e com matrícula para o trabalho...
Ao passar pela ciclovia que ladeia a Avenida Calouste Gulbenkian em Lisboa tive uma boa surpresa... Finalmente depois de terem alcatroada a estrada Rua Armando Cortez já há muito muito tempo lá repintaram a passadeira. A-LE-LU-IA!
Já tinha falado do tema aqui neste meu post do "The green bullet e certos pormenores nas ciclovias" por ser algo que é de uma grande incompetência das entidades competentes (gioco di parole) só pensarem na mobilidade motorizada (convêm reler para relembrar o tema).
Acreditem que não são pormenores, pois há tempos ia eu no sentido trabalho/casa quando vejo um casal de nórdicos (eram loiros!) a quedar-se no passeio e a olhar para um lado e para o outro, para cima e para baixo à procura de uma passagem correta... e só se atreveram a passar a estrada porque me viram a fazê-lo de bicicleta. "Uma vez em Roma, sê Romano" - presumo que terão pensado.
E naquele gancho é sempre complicado de atravessar quer de bicicleta quer a pé.
Mas depois do entusiasmo inicial, veio a minha natural estupefação.
"Tanta sinalização?!" mas o Vereador da Mobilidade não andava a limpar os obstáculos e estorvos que pululam pelos passeios?! (ora contem-os lá...)
Notícia do DN: "Lisboa retira obstáculos de seis ruas para ser mais fácil andar a pé"
E mais, se acabaram de pintar de fresco porque raio se há uma ciclovia de um lado e outro não pintaram na mesma uma passagem de velocípedes?
Diz assim o documento da ANSR sobre o último Código da Estrada:
"Promove-se ainda a mobilidade sustentável, reconhecendo-se os benefícios da mesma para a saúde e para o meio ambiente, introduzindo-se profundas alterações ao regime de circulação dos velocípedes. A título de mero exemplo,: (i) Os utilizadores de bicicletas passam a poder circular nas bermas, desde que não ponham em perigo ou perturbem os peões que nelas circulem; (ii) os condutores devem ceder a passagem aos velocípedes nas passagens assinaladas; (iii) os veículos motorizados quando efetuam uma ultrapassagem a um velocípede devem guardar deste uma distância lateral mínima de um metro e meio; e, por último, (iv) com alguns condicionalismos, os ciclistas podem circular a par."
in Código da Estrada
Cumássim? "Promove-se"?! Então mas neste caso "obrigam" (por decreto, mas ninguém cumpre estas imbecilidades) a desmontar da bicicleta, até tem um STOP novo para ajudar a forçar o ponto, pois a ciclovia "acaba" num passeio seguido de uma passagem de peões, que "obriga" a desmontar para atravessar, para depois ter mais um metro de passeio e ter 10 metros de ciclovia e depois umas chapas metálicas no chão onde indica passeio (em calçada portuguesa de pedrinhas soltas) a partilhar com peões num espaço reduzido?!
Mas como "promovem"? Mas comem cocó às colheres ou são mesmo burros? Isto promove o quê? Só se for a desobediência às regras pois fazem puto de sentido... Se nas passagens mais à frente na Praça de Espanha até fizeram bem com a passagem de peões e a de velocípedes ao lado porque é que aqui fizeram mal? Não tem esperto no cabeço?
Mais... fiquei recentemente sabedor via esta conversa da MUBi aqui no Fórum (este fórum é muito bom, e ao contrário das conversas dos facebooks e afins fica facilmente pesquisável para consulta e histórico) que se eu quiser, porque até tenho à vontade e traquejo, não posso usar a estrada mas sou obrigado a usar aquela ciclovia? É que nesta parte aquilo dificilmente se pode chamar uma ciclovia... eu quero ir trabalhar não ando a passear a ver as vistas... preciso de me deslocar com rapidez e em segurança, mesmo que seja a 20km/h.
Não é uma passadeira antiga, foi acabada de pintar, os sinais acabados de colocar... (recentemente entenda-se, não sei precisar quando foi feito pois desde Dezembro que não passava ali).
Mais, se é uma zona 30 (tá lá o sinal, mas muitos não cumprem) porque não fazer uma passadeira elevada e assim facilitar efetivamente a mobilidade sustentável e obrigando o trnasito motorizado a cumprir os 30km/h?
Como é que esta gente responsável acha que anda a promover a mobilidade sustentável?!
Coincidência das coincidências o meu amigo que me tirou as fotos no post do "The green bullet" e que na altura ia de taxi, hoje também me viu na mesma zona comentou o meu post matinal no facetas a questionar se hoje era dia de ir ou não de bicicleta por causa do tempo: "Foste de bike. Vi-te passar na Gulbenkian e a mandar vir com alguma coisa. (PS: o vermelho fica-te bem)."
Estava a mandar vir com um automobilista que depois de eu esperar no semáforo vermelho na passagem de velocípedes resolveu ficar parado em cima da mesma quando abriu o verde para mim como se eu é que tivesse de andar a fazer gincanas porque eu ando a "passear de bicicleta" e ele vai no seu carro pagador de impostos e seguro e com matrícula para o trabalho...
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Calças para andar de bicicleta?
Sunday, April 3, 2016
Cada um deve vestir aquilo que quiser para o seu percurso de bicicleta, se for casa/trabalho ou trabalho/padaria ou escola/casa ou outro qualquer... não há vestuário próprio, e não é preciso nem ir todo casual nem todo licrado. O que importa é ir, com o que se sentir bem.
Eu costumo levar a roupa do trabalho da cintura para baixo, e da cintura para cima levo uma tshirt, ou camisola mais quente quando está frio ou impermeável quando está de chuva, e mudo para uma camisa/pólo no destino que transporto na "bagageira" da bicla ou previamente deixei no local de destino em dias anteriores.
Mas uma "maleita" que me tem assolado é que não ganho para calças!
Já rasguei umas 4 calças na zona que assenta no selim... calças boas, quer da Lion of Porches (2) ou da Mike Davis ou da Nautical Wear - tudo marcas made in PT mas com nomes estrangeiros para vender mais ou para parecer bem.
Quatro calças perfeitamente em bom estado rasgadas pelo roçar no selim e irremediáveis para uso no dia-a-dia, a não ser que volte a moda grunge em força (e que parece estar de volta mas já não tenho a idade para isso)!
Vai que decidi tratar de comprar uma especiais para commute de bicicleta e lembrei que há uns anos ouvi falar que a Levi's tinha uma linha especial para este fim.
Bem procurei mas parece que já não fazem essa linha de calças com o detalhe do reforço na zona onde assenta o rabo no selim, apesar de continuarem com a linha Levi's Commuter:
http://www.levi.com/PT/pt_PT/category/men/collections/levi-collections-commuter
Mas calças a 110€?! Vai lá vai...
Então continuei à procura e descobri a Rasto, do português Geraldo Cirineu.
http://www.rasto.pt/
https://www.facebook.com/rasto.pt/
Marca portuguesa e com nome em bom português que confeciona pelas mãos de um jovem estilista peças focadas para o uso do ciclista urbano.
Os preços não são muito convidativos com calças entre os 65€ e 70€ mas apanhei uma promoção e resolvi comprar dois pares por 45€ cada já com os portes de envio. Niceee!
Depois de uma troca de questões e respostas no facebook da Rasto com, presumo, o Geraldo, lá me decidi a fazer a compra e em 3 dias tinha as ditas.
Os detalhes que as mesmas tem e que foram a razão da compra:
Agora que voltei aos commutes, timidamente, já tive finalmente possibilidade de as experimentar, e fazem exatamente aquilo que se propõem como produto diferenciador.
São muito elásticas, no primeiro dia que as usei chuviscou e pareceu-me que não ensoparam, tem o pormenor da cinta ligeiramente subida para não fazer aquelas figuras que alguns fazem de insinuarem partes privadas, e o pormenor do velcro para "atar" a calça no tornozelo de um lado e o reflector no outro (mas acho que a parte do mecanismo do velcro poderia ser melhorado),
O reforço na zona do selim só com o tempo se verá se funciona ou não... espero que sim pois se assim for comprarei mais, sempre a fomentar a nossa economia.
Fica a dica!
Eu costumo levar a roupa do trabalho da cintura para baixo, e da cintura para cima levo uma tshirt, ou camisola mais quente quando está frio ou impermeável quando está de chuva, e mudo para uma camisa/pólo no destino que transporto na "bagageira" da bicla ou previamente deixei no local de destino em dias anteriores.
Mas uma "maleita" que me tem assolado é que não ganho para calças!
Já rasguei umas 4 calças na zona que assenta no selim... calças boas, quer da Lion of Porches (2) ou da Mike Davis ou da Nautical Wear - tudo marcas made in PT mas com nomes estrangeiros para vender mais ou para parecer bem.
Quatro calças perfeitamente em bom estado rasgadas pelo roçar no selim e irremediáveis para uso no dia-a-dia, a não ser que volte a moda grunge em força (e que parece estar de volta mas já não tenho a idade para isso)!
Vai que decidi tratar de comprar uma especiais para commute de bicicleta e lembrei que há uns anos ouvi falar que a Levi's tinha uma linha especial para este fim.
Bem procurei mas parece que já não fazem essa linha de calças com o detalhe do reforço na zona onde assenta o rabo no selim, apesar de continuarem com a linha Levi's Commuter:
http://www.levi.com/PT/pt_PT/category/men/collections/levi-collections-commuter
Mas calças a 110€?! Vai lá vai...
Então continuei à procura e descobri a Rasto, do português Geraldo Cirineu.
http://www.rasto.pt/
https://www.facebook.com/rasto.pt/
Marca portuguesa e com nome em bom português que confeciona pelas mãos de um jovem estilista peças focadas para o uso do ciclista urbano.
Os preços não são muito convidativos com calças entre os 65€ e 70€ mas apanhei uma promoção e resolvi comprar dois pares por 45€ cada já com os portes de envio. Niceee!
Depois de uma troca de questões e respostas no facebook da Rasto com, presumo, o Geraldo, lá me decidi a fazer a compra e em 3 dias tinha as ditas.
Os detalhes que as mesmas tem e que foram a razão da compra:
- Reforço na zona do selim.
- Reflector rasto visível ao dobrar.
- Cinta mais subida nas costas.
- Bainhas ajustáveis.
Composição:
- 75% Algodão
- 23% Poliéster
- 2% Elastano
Agora que voltei aos commutes, timidamente, já tive finalmente possibilidade de as experimentar, e fazem exatamente aquilo que se propõem como produto diferenciador.
São muito elásticas, no primeiro dia que as usei chuviscou e pareceu-me que não ensoparam, tem o pormenor da cinta ligeiramente subida para não fazer aquelas figuras que alguns fazem de insinuarem partes privadas, e o pormenor do velcro para "atar" a calça no tornozelo de um lado e o reflector no outro (mas acho que a parte do mecanismo do velcro poderia ser melhorado),
O reforço na zona do selim só com o tempo se verá se funciona ou não... espero que sim pois se assim for comprarei mais, sempre a fomentar a nossa economia.
Fica a dica!
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